

O que a ficção científica entendeu e a futurologia de aeroporto esqueceu?
Em 2016, Yuval Harari nos apresentou Homo Deus — um livro que rapidamente se tornou leitura obrigatória para quem queria entender “para onde estamos indo”. A proposta era sedutora: depois de, em grande medida, controlar fome, pestes e guerras, a humanidade estaria pronta para dar o próximo passo — não apenas sobreviver, mas transcender. Viver mais, viver melhor, talvez até se aproximar de uma espécie de divindade mediada por algoritmos. Naquele momento, isso parecia não só pl

